O IDILIO COMO ESPAÇO DE INTERSECÇAO ENTRE LITERATURA E FILOSOFIA NA OBRA DE MILAN KUNDERA

Wilton Barroso Filho, Maria Veralice Barroso

Resumo


Em vez de falar em Romance Filosófico, Kundera prefere falar em Romance que Pensa. Se filosofia é a prática do exercício de pensar, todo bom romance pratica a filosofia, porque todo bom romance pensa, dirá o escritor. Sendo assim, o diálogo que direta ou indiretamente, enquanto romancista estabelece com nomes consagrados da filosofia ocidental está longe de uma perspectiva de submissão. Amparado pela noção de idílio cara à ficção kunderiana, este trabalho tem por objetivo trazer à luz da reflexão os diálogos que o escritor, permanentemente, trava com Platão, Aristóteles e Nietzsche

Palavras-chave


idílio; literatura; filosofia e romance moderno

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Revista Brasileira de Literatura Comparada, ISSN 0103-6963

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