GILBERTO FREYRE EM SEUS PRIMEIROS ANOS DE JORNALISMO LITERÁRIO

GILBERTO FREYRE EM SEUS PRIMEIROS ANOS DE JORNALISMO LITERÁRIO

GILBERTO FREYRE IN HIS FIRST YEARS AS A LITERARY JOURNALIST

Rogério da Silva Lima[1]

[1] Professor da Universidade de Brasília. https://orcid.org/0000-0002-9481-6611


RESUMO:

Este trabalho aborda a atividade jornalística do escritor Gilberto Freyre em seus primeiros anos de jornalismo, tomando como ponto de partida a análise de alguns dos seus textos reunidos na obra Retalhos de jornais velhos onde é possível ter contato com parte dos textos da juventude de Freyre, publicados no período entre 1918 a 1928.

PALAVRAS-CHAVE: Gilberto Freyre, Jornalismo literário brasileiro, crítica cultural, juventude.


ABSTRACT:

This work approaches the journalistic activity of the writer Gilberto Freyre in his early years of journalism, taking as a starting point the analysis of some of his texts gathered in the book Retalhos de Jornais Velhos where it is possible to have contact with part of the texts of Freyre's youth, published between 1918 and 1928.

KEYWORDS: Gilberto Freyre, Brazilian literary journalism, cultural criticism, Youth.


 

É perigoso ter opiniões definitivas. Perigoso, porém fácil. É mais fácil formar
uma opinião dessas que fazer um laço de gravata" (Freyre, 1964, p. 160).

 

Inicio este texto sobre Gilberto Freyre em seus primeiros anos de jornalismo literário, registrando aquilo que, se não causa assombro, diria que pelo menos nos convida a pensar sobre a educação no Brasil atual. Refiro-me à qualidade literária dos textos de Gilberto Freyre (1900-1987). É importante ressaltar que não se trata do Gilberto Freyre crítico literário e cultural maduro da obra Vida, forma e cor (1962), avançado em idade, com longa experiência na produção de textos jornalísticos; trata-se ainda de um jovem escritor, que é capaz de manusear temas e ideias com grande competência. Talvez, tivéssemos nós, no Brasil de hoje, uma educação parecida com a que teve Gilberto Freyre, pudéssemos alcançar índices de avaliação educacional nacionais e internacionais que nos fossem mais favoráveis.

É importante registrar que esse mesmo Gilberto Freyre, o jovem Gilberto Freyre, foi considerado, até por volta dos sete anos de idade, como retardado mental, devido ao horror que sentia pelo ensino convencional, como ele próprio destacou na sua "Advertência do autor" em Retalhos de Jornais velhos (1964, p. XXIII-XXIV). Segundo Freyre, salvou-o o professor inglês e anglicano E. O. Williams, Mr. Williams como ele o tratava, de quem recebeu as primeiras lições particulares de língua inglesa e desenho, além de elogios que ressaltavam qualidades que reputava especiais no menino Freyre: "Este menino precisa ser muito cuidado: em seus desenhos há soluções de problemas que na sua idade são soluções espantosas" (1964, p. XXIV).

Escolhi trabalhar aqui com os artigos reunidos na obra Retalhos de jornais velhos, onde é possível ter contato com parte dos textos da juventude de Freyre, publicados no período entre 1918 a 1928; apesar de o autor ter publicado uma quantidade considerável de artigos em jornais e revistas, ao todo 3.420 artigos, conforme levantamento feito em Gilberto Freyre, jornalista: uma bibliografia, valioso trabalho de pesquisa de autoria das bibliotecárias Lúcia Gaspar e Virgínia Barbosa, com a colaboração de Elizabeth Dobbin, da Fundação Joaquim Nabuco.

Como curiosidade, o primeiro artigo de Gilberto Freyre publicado em um jornal apareceu em 1916, no jornal O Norte. O artigo tinha como título “Spencer e a educação no Brasil”, e fora lido como conferência na capital da Paraíba. Segundo Freyre, o spencerismo, que no Brasil empolgou intelectuais como Sílvio Romero e Euclides da Cunha, lhe custou “[...] até ser considerado então 'socialista': perigosamente 'socialista'” (Freyre, 1964, p. XXIII). Já era a confusão de Sociologia com Socialismo, que depois Freyre testemunharia até em gente esclarecida.

É possível ao leitor verificar a capacidade de escritura de Gilberto Freyre num lançar de olhos pelas páginas das suas “ficções da memória” que ele classificou como sendo o seu diário de infância e juventude: Tempo morto e outros tempos (2006).

Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke ressalta que “De todo um vasto e rico material autobiográfico que Freyre deixou [...] Tempo morto [e outros tempos] se destaca como sendo o mais longo, o mais famoso e talvez o mais sedutor de todos. Escritor de grande talento, Freyre se esmerou em produzir a imagem que ele queria que os leitores tivessem dele” (Pallares-Burke, 2006, p. 15).

O estilo impresso por Freyre em Tempo morto está disseminado nos artigos da juventude publicados em o Diário de Pernambuco, principalmente no período de 1922-1925. Por essa época, o escritor colaborou também com a Revista do Norte, “revista de documentação artística de vida regional fundada e dirigida no Recife por José Maria C. de Albuquerque” (Jardim, 1964, p. XIX). Publicou também em O jornal, do Rio de Janeiro, na Revista do Brasil, São Paulo, onde Monteiro Lobato transcreveu alguns dos escritos publicados anteriormente no Diário de Pernambuco. Como tocamos na questão do estilo de Gilberto Freyre é importante registrar que o autor revelou ter recebido influência dos franceses “como Taine e de ingleses como Carlyle e Ruskin, mais tarde superados por Newman e Walter Pater [...]. A influência dos ingleses, [...], esta se esboçou, junto com a dos portugueses, a dos franceses, e de José de Alencar, Machado, e Euclides [...]” (1964, p. XXVI). “Influências contraditórias que às vezes transparecem nos seus escritos de adolescente em contradições ostensivas que só aos poucos foram atenuadas” (p. XXVI), conforme advertiu o próprio Freyre.

Os temas comuns, banais e nacionais

Os artigos de Freyre abordavam temas nacionais variados que tinham repercussão na vida prática, no cotidiano dos pernambucanos. Em 1924, Freyre iniciou uma campanha em defesa da tradição culinária nacional, “da velha confeitaria das nossas avós senhoras de engenho e das negras de tabuleiros, dos vinhos de caju e de jenipapo, da água de coco - que nenhum café elegante servia” (1964, p. XVII). O artigo “O Pirão, glória do Brasil” é um exemplo da atenção dada pelo jornalista à cozinha local. Nele Freyre trata do Pirão de farinha de mandioca como uma grande iguaria culinária nacional, e questiona a ausência de representação dos pratos brasileiros na pintura nacional. Indagava ele: “por que um artista brasileiro não se dedica à pintura voluptuosa dos nossos pratos” (1964, p. 10)?

Em 1925, Freyre voltaria ao tema com o artigo “Tradições da cozinha pernambucana” que destacamos aqui não só pela abordagem que faz da culinária, mas por acrescentar um novo dado que também considero importante: Freyre registra que as receitas transmitidas através da memória das negras velhas ou dos papéis amarelados que as iaiás de outrora deixavam às suas netas fossem, talvez, os únicos documentos com letra de mulher que se encontram nos nossos mais antigos arquivos ilustres. Seriam esses documentos uma espécie de pedigree do paladar, ainda conservado entre certas famílias do Norte (1964, p. 44).

O jovem Freyre era avesso à falta ou pobreza de intelecto que alguns homens de seu tempo apresentavam. Ele deixa isso claro quando encerra o seu artigo de 1921 sobre o Cardeal da cidade de Baltimore James Gibbons: “Era ele o que as escrituras chamam um ‘homem de Deus’, sem que sua bondade fosse desculpa para a falta de ou pobreza de intelecto” (Freyre, 1964, p. 94). Era avesso também às opiniões definitivas. Em artigo crítico publicado na Revista do Brasil, de agosto de 1922, dedicado à História da civilização, de Oliveira Lima escreveu: “É perigoso ter opiniões definitivas. Perigoso, porém fácil. É mais fácil formar uma opinião dessas que fazer um laço de gravata” (1964, p. 160). Freyre criticava dois ou três deslizes de Oliveira Lima ao manter em seu livro afirmações difíceis de comprovar. Aproveitando o tema, Freyre, crítico e sarcástico, alfinetou o escritor Medeiros e Albuquerque ao escrever que, no Brasil, era o escritor que possuía o maior número de opiniões definitivas sobre o maior número de assuntos.

O curioso é que se tratava do mesmo Medeiros e Albuquerque que iria colaborar com ele no jornal A Província, dirigido por Gilberto Freyre de 1928 a 1930. “A Província foi uma reação contra o jornal de Estado estandardizado pelo modelo do Rio - salientou uma vez Manuel Bandeira, o poeta” (1964, p. XVII). Sob a direção de Gilberto Freyre o jornal passaria a contar com a colaboração de Mario de Andrade, Manuel Bandeira, Ronald de Carvalho, Roquette Pinto, Prudente de Morais Neto, Pontes de Miranda, Barbosa Lima Sobrinho, Rodrigo M. F. De Andrade, Ribeiro Couto e outros. Esta era uma equipe de colaboradores dos sonhos de qualquer jornal da época.

A crítica teatral

A equipe de colaboradores montada para atuar em A Província estava de acordo com as ideias de Freyre publicadas em 1920 na crítica sobre a comédia teatral What the public wants, do inglês Arnold Bennet (Freyre, 1964, p. 97). Em seu artigo, Freyre tece um rápido comentário crítico comparativo sobre Bennet e o tema da sua obra: as manipulações espúrias da imprensa relativas ao gosto do público. Freyre trata de um tema sobre o qual temos retornado constantemente: a construção de uma imprensa de maior qualidade, não estandardizada, menos interessada em alimentar a curiosidade mórbida dos leitores medianos.

Ainda sobre o tema do teatro escreveu sobre a abundância de teatros em grandes metrópoles como Nova Iorque e do teatro como espaço do exercício da vaidade. No artigo “Teatro no Brasil”, publicado em 1922, Freyre trata da escassez de bons autores teatrais no Brasil. O jovem cronista reafirma as suas reservas em relação à literatura brasileira e condena o patriotismo crítico no que se refere à arte dramática nacional e à sua literatura. Diz Freyre: “Em que consiste este ‘teatro nacional’? Consiste numa promessa. É uma nebulosa laplaciana. Basta estudar com fleuma o que passa por história do ‘teatro brasileiro’. Resultará a pesquisa em desalento” (1964, p. 120).

A crítica sobre a arte de vanguarda tem lugar garantido na sua produção ensaística. Em Artigo de 1923, no qual trata sobre a arte alemã e, particularmente sobre o teatro expressionista do dramaturgo alemão Georg Kaiser (1878-1945), Freyre se revela encantado com a experiência do teatro de síntese de Kaiser, teatro de vanguarda. Cheio de entusiasmo escreve: “Lembra-me a primeira impressão que fez em mim a primeira peça expressionista. Foi em Munique. Não foi impressão: foi sensação. Não assisti ao drama: colaborei nele. Aos sinais daquela taquigrafia de emoções e ideias moveu-se-me a sensibilidade de modo quase criador. Porque das peças de Kaiser ninguém sai sonolento” (1964, p. 147). Entusiasmado pela experiência estética proporcionada pelo teatro expressionista, Freyre escreveu ainda que: “Kaiser é Ibsen menos Realismo mais X. Este X é o seu símbolo, sui generis no drama. Kaiser quer fazer com os seus valores emocionais das cores, das linhas, da luz elétrica, o que na Música conseguiu Wagner e tentou Debussy e na poesia conseguiram de algum modo Rimbaud, Mallarmé e Poe” (p. 147).

Jornais, história e psicologia

É em artigo publicado em 1924, “Jornais, história e psicologia”, que defende a ideia de que o estudo dos jornais “oferece particular interesse ao curioso do traço psicológico na História” (Freyre, 1964, p. 109).  Freyre relata a sua insistente pesquisa e análise dos anúncios de jornais que é descrita por ele como “uma especialização nova na investigação sociológica da História e do desenvolvimento social e cultural da gente brasileira” (1964, p. 109).

Freyre critica a aridez dos livros de história pública do seu tempo, salvando-se como exceções o “Dom João VI no Brasil. Ou as páginas de Joaquim Nabuco sobre o Segundo Reinado. Ou as de Capistrano acerca da 'civilização do couro'” (1964, p. 109).

Excetuando os romances de José de Alencar, Machado de Assis, Manoel Antonio de Almeida e Raul Pompeia, Freyre considerou a literatura romanesca produzida no Brasil falsa, subeuropeia, completamente distanciada do cotidiano brasileiro. Segundo ele, copiavam até as estações do anos europeias, transformando os meses de dezembro e janeiro, no Brasil, em meses de inverno (p. 109).

Freyre acusou a ausência de uma literatura íntima e “[...] às vezes indiscreta das ‘confissões’, das ‘cartas’, das ‘memórias’ (p. 109). O articulista registra a escassez em língua portuguesa de estudos biográficos aprofundados. Diz Freyre: “Faltam-nos quase de todo diários e memórias de valor literário. Ou ‘diários’ do tipo do de [Angel] Ganivet [Y Garcia] (1865-1898), de análise profunda do caráter nacional” (1964, p.110).

Contudo, Freyre não é de todo pessimista, pois vê alternativa a toda escassez de obras dedicadas à memória descrita por ele. No artigo “Jornais, história e psicologia”, de 1924, posteriormente ampliado em conferência, ele escreveu:

Floresce no Brasil, pelas partes ineditoriais das folhas, toda uma deliciosa documentação da vida, da moral, do gosto, da indumentária do Homo brasiliensis que vem desde os remotos dias da Gazeta do Rio de Janeiro.

Inclusive os anúncios de leilões. Os vastos e longos anúncios de leilões. Pormenorizando arranjos de interiores, registram alguns deles fotograficamente declínios ou alterações de gosto no Brasil. Declínios ou alterações de influência: a francesa, a inglesa, a portuguesa.

E os anúncios de "escravos fugidos", que desde os primeiros números do Diário de Pernambuco animam-lhe as páginas de notas vivas de cor, põem em festa a imaginação do curioso de biometria, de indumentária. São valiosíssimos do ponto de vista antropológico (1964, p. 110).

A caricatura no Brasil: seus começos

Seria nos jornais e revistas que encontraria material para o artigo dedicado ao surgimento da caricatura no Brasil e a sua chegada à imprensa brasileira. Fruto das suas pesquisas nos jornais brasileiros, o artigo faz uma análise do comportamento social no século XIX e da forma como esse comportamento era representado nos meios de comunicação da época. O artigo faz a união entre análise social, antropológica, histórica e jornalismo.  Freyre construiu, nesse artigo, um interessante painel em torno do surgimento dos primeiros jornais caricatos do Brasil, destacando o jornal recifense O Carcundão, publicado no ano de 1831, que viria a ser considerado como o ano célebre para a história geral da caricatura. Ano da “definitiva aliança da caricatura com o jornalismo - obra realizada principalmente por [Charles] Philipon [1800-1862] e por [Paul] Gavarni [1804-1866]” (1964, p. 124).

Foi no ano de 1831 que surgiu em Paris o semanário La caricature promovendo a feliz união entre a caricatura e o artigo de jornal, com a finalidade de produzir a sátira política e social. “Logo depois apareceu Le charivari. Estava de pé o jornalismo caricato - do qual se desenvolveria um gênero especial e interessantíssimo: a caricatura da vida erótica” (p. 124). Freyre registra que O Carcundão, na sua pretensão de reunir caricatura e jornalismo, garantiu a Pernambuco o direito a um lugar na história geral do jornalismo caricato no Brasil.

Conclusão

Para concluir, diríamos que o leitor do século XXI encontrará na crítica jornalística da juventude de Gilberto Freyre aspectos que são deveras importantes na construção de um pensamento interpretativo do Brasil contemporâneo: o seu interesse pela luz e pela luminosidade da terra, que se produz na discussão que ele estabelece sobre o sol tropical e a importância das sombras produzidas nos jardins e parques públicos; sobre o patrimônio natural geralmente desperdiçado na busca de uma paisagem estética exógena. Ignora-se a luz dos trópicos privilegiando uma estética estranha. O resultado dessa atitude é devastador.

Freyre produziu uma crítica ecológica e ambientalista avant la lettre. A imaterialidade da luz do nosso sol e a flora brasileira comum são os elementos da sua construção textual. Ao mesmo tempo que trata do jardim ele alerta sobre o perigo que ronda as nossas florestas no texto “A propósito da devastação das nossas matas”, de 1925. Não lhe escapou um olhar sobre a relação entre a gramática e a sexualidade das palavras da língua portuguesa; a situação de clandestinidade da língua portuguesa, fora de nossas fronteiras, em texto crítico sobre o espaço e recepção da língua portuguesa nos Estado Unidos.

Não escapou tampouco à crítica de Freyre, assim como ao seu sarcasmo,  a parvoíce de alguns membros da diplomacia brasileira, em “Carta de Paris a A. F.”, 1922. Nesse artigo Freyre trata da cena cultural e literária de Paris e rapidamente relata a visita feita à Embaixada do Brasil e o seu encontro com um secretário para quem portava uma carta de apresentação de Oliveira Lima. Diz o articulista: “Estive na Embaixada do Brasil onde o secretário, para quem eu trazia uma carta de apresentação também de Oliveira Lima, me deu a honra de uma hora e meia de seu precioso tempo, discorrendo sobre o momento europeu como quem desse uma lição de á-bê-cê a um retardado mental” (Freyre, 1964, p. 79).

Freyre omitiu de seu interlocutor a sua situação acadêmica de graduado e mestre em Ciências Políticas e Sociais pela Universidade de Columbia. Continuou ele: “[...] preferi fazer-me de simples estudante e até de bobo e ouvir-lhe as generalizações um tanto acacianas sobre coisas diplomáticas e assuntos internacionais de Direito como valiosas novidades” (p. 80). Esse bom humor permaneceu até o fim de seus dias. Em entrevista ao jornalista Ricardo Noblat respondeu à pergunta sobre o encanto que a sua figura exercia sobre as mulheres:

Quando o senhor completou setenta anos, deu a entender numa entrevista que ainda era capaz de despertar paixões em muitas Lolitas. E agora, quando está completando oitenta?

- Não sei, hoje não sei.

Esses dez anos pesaram muito?

- Não. É que aos setenta eu tinha conhecimento de casos concretos de jovens apaixonadas por mim. Mas atualmente eu não posso apresentar um exemplo concreto. Mas gostaria… (Cohn, 2010, 193)

Esse era o escritor Gilberto Freyre!

REFERÊNCIAS

COHN, Sergio (Org.). Gilberto Freyre. Rio de Janeiro: Beco do Azougue Editorial, 2010, 215 págs. (Encontros)

FREYRE, Gilberto. Retalhos de jornais velhos. 2. edição, revista e muito aumentada, de Artigos de jornal. Prefácio de Luís Jardim. Rio de Janeiro: José Olympio editora, 1964, 176 págs. (Obras Reunidas de Gilberto Freyre)

_____. Vida, forma e cor. Prefácio de Renato Carneiro Campos. Rio de Janeiro: José Olympio editora, 1962, 397 págs. (Obras Reunidas de Gilberto Freyre)

_____. Tempo morto e outros tempos: trechos de um diário de adolescência e primeira mocidade 1915-1930. 2. edição revista. Apresentação Maria Lucia Garcia Pallares-Burke. Biobibliografia Edson Nery da Fonseca. São Paulo: Global; Recife, PE: Fundação Gilberto Freyre, 2006, 377 págs.

GASPAR, Lúcia e BARBOSA, Virgínia. Gilberto Freyre, jornalista: uma bibliografia. Colaboração de Elizabeth Dobbin. Fundação Joaquim Nabuco. Disponível online em: http://www.fundaj.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=373. Consultado em 01/08/2014.

LARRETA, Enrique Rodríguez e GIUCCI, Guillermo. Gilberto Freyre uma biografia cultural: a formação de um intelectual. Tradução de Josely Vianna Baptista. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007, 657 págs.

 

Submetido em 18/08/2019

Aceito em 20/11/2019

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