FERREIRA DE CASTRO, INTÉRPRETE DA AMAZÔNIA: REFLEXÕES SOBRE AS POÉTICAS DO ESPLENDOR E DA DECADÊNCIA EM A SELVA

Fernando Simplício dos Santos

Resumo


RESUMO: O presente trabalho consiste em analisar o embate entre representação, imaginário e modernidade, identificado no romance A selva (1930), do escritor português Ferreira de Castro (1898-1974). Por esses meandros, propõe-se, igualmente, tecer uma apreciação a fim de verificar a maneira pela qual a produção literária em tela reconstrói, de forma crítica e inventiva, uma poética vinculada ao imaginário e outra correlacionada à decadência do universo amazônico, também detectadas, à sua maneira, em diferentes produções literárias publicadas na literatura brasileira, inclusive em obras ficcionais compostas na região norte do país.

 


Palavras-chave


A selva; representação amazônica; decadência e modernidade.

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Rev. Bra. Lit. Comp. Niterói, v.22, n.39, jan. / abr. 2020

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