GEOGRAFIA REAL E IMAGINAL EM GRANDE SERTÃO: VEREDAS

Florence Marie Dravet, Gustavo de Castro

Resumo


Propomos uma leitura do “Liso do Sussuarão”, descrito em Grande sertão: veredas, como território imaginal. Face às considerações teóricas de Bolle (2004) sobre a geografia como sistema de pensamento e de Corbin (1976) sobre “mundus imaginalis”, abordamos a questão dos nomes. Concluímos que, no romance, os problemas da linguagem unem-se àqueles dos limites, das fronteiras e do território para formar um mundo intermediário.


Palavras-chave


Literatura; Imaginário; Geografia; João Guimarães Rosa; Grande sertão: veredas.

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Rev. Bra. Lit. Comp. Niterói, v.22, n.39, jan. / abr. 2020

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